Cognitive psychopathology: The role of emotion

Michael Power

Resumo


Neste artigo fazemos uma reflexão sobre o papel da emoção na compreensão da psicopatologia. Fazemos uma breve revisão e apontamos uma série de limitações do influente modelo da Psicoterapia Cognitiva preconizado por Beck. Dois pontos particularmente fracos são destacados na compreensão da psicopatologia cognitiva; nomeadamente, a importância dos sistemas de processamento multi-nível e a importância das emoções. Apresentamos o modelo SPAARS de Power e Dalgleish (1997, 2008), para mostrar as vantagens que resultam da inclusão de processos de multi-nível combinados com uma teoria relacionada com as emoções. Com o objectivo de ilustrar a aplicação do modelo SPAARS à psicopatologia cognitiva, referimos, de forma sucinta, o que foi observado numa recente análise sobre o perfil da depressão e ansiedade clínicas. Estas análises ilustram também a importância das emoções relacionadas com a vergonha na depressão, em contraste com as emoções relacionadas com a culpa que são destacadas em sistemas de classificação como o DSM-IV.


Palavras-chave


Ansiedade; Depressão; Emoções; Modelo SPAARS; Psicoterapia cognitiva

Texto Completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.14417/ap.194

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Nº ERC: 107494 | ISSN (in print): 0870-8231 | ISSN (online): 1646-6020 | Copyright © ISPA - CRL, 2012 | Rua Jardim do Tabaco, 34, 1149-041 Lisboa | NIF: 501313672 | O portal e metadados estão licenciados sob a licença Creative Commons CC BY-NC