Resolution of ruptures in therapeutic alliance: Its role on change processes according to a relational approach

Joana Coutinho, Eugénia Ribeiro, Jeremy Safran

Resumo


Este artigo apresenta as premissas básicas de uma abordagem relacional em psicoterapia, nomeadamente no que diz respeito às origens de natureza interpessoal da psicopatologia e consequentemente ao modo como a experiencia relacional que a psicoterapia oferece, pode servir para alterar os esquemas interpessoais disfuncionais do paciente subjacentes aos sintomas. Na 2ª parte do artigo, apresentamos as implicações clínicas do conceito do conceito de Rupturas na Aliança Terapêutica, entendidas como um comprometimento ou quebra na relação colaborativa entre terapeuta e paciente. Seguindo a conceptualização de Aliança de Bordin, as rupturas podem consistir num desacordo ao nível das tarefas ou objectivos do processo ou numa tensão no vínculo. São revistos os resultados mais relevantes que têm sido encontrados sobre o modo como estes ciclos interpessoais entre terapeuta e paciente podem conduzir à mudança quando eficazmente geridos, ou a resultados pobres ou finalizações unilaterais quando não resolvidos. Tendo já acumulado evidência para a importância da aliança terapêutica, uma segunda geração de investigadores na aliança, tem procurado compreender o modo como a aliança é, em si mesma, um mecanismo de mudança. Os resultados que aqui são revistos sugerem que o processo de reparação de alianças enfraquecidas pode oferecer uma resposta a esta questão.


Palavras-chave


Abordagem interpessoal; Estudo teórico; Psicoterapia; Rupturas na aliança terapêutica

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DOI: https://doi.org/10.14417/ap.242

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